Sunday, April 17, 2016

Castelo de Hohenzollern.

       O Castelo de Hohenzollern possui suas primeiras documentações pelo ano de 1061, sendo uma fortificação que preserva a herança prussiana num morro dos Alpes Schwäbisches. Há mais ou menos 1h e meia de Tübingen, o trajeto que fizemos foi de Trem, depois um ônibus até um pedaço do morro e depois à pé até chegarmos ao castelo.
       Para poder dar uma informação mais legal sobre esse marco histórico, procurei um pouco da história na internet para relatar aqui. 
       Sendo hoje já a terceira reconstrução deste palácio, Hohenzollern foi residência a dos condes schwäbisches a partir da primeira metade do século XI. A família Hohenzollern chegou ao poder durante a Idade Média, tendo governado o Reino da Prússia, Brandemburgo e o Império Alemão até ao final da Primeira Guerra Mundial. A união de Brandemburgo e o Ducado da Prússia em 1618 culminou na proclamação do Reino da Prússia, em 1701, quando o país se tornou uma das grandes potências de sua época, com maior influência nos séculos XVIII e XIX. Durante o século XVIII, sob o reinado de Frederico, o Grande, a nação teve uma grande influência em muitos assuntos internacionais. Durante o século XIX, o chanceler Otto von Bismarck uniu os principados alemães em uma "Alemanha Menor", que excluía o Império Austríaco. No Congresso de Viena (1814-1815), que redesenhou o mapa político da Europa após a derrota de Napoleão, a Prússia adquiriu uma grande parte do noroeste do que atualmente é a Alemanha. Porém, a Prússia foi legalmente extinta em 1940.
           A ideia da reconstrução do castelo pela terceira vez pode ter surgido em 1819, quando o príncipe herdeiro e futuro Rei Frederico Guilherme IV, quis conhecer as raízes de sua família. É, então, um edifício de arte neogótica do renomado arquiteto berlinense Friedrich August Stüler, o qual também possui o seu rosto pintado em uma das paredes do castelo.
          Depois da reconstrução, o castelo nunca foi habitado por longos períodos, tendo apenas funções representativas. Apenas o último príncipe real, Guilherme da Prússia (1882–1951), viveu por alguns meses no castelo, no final de 1945. Tanto ele como a sua esposa, a princesa Cecília de Mecklemburgo-Schwerin (1886-1954), estão sepultados em Hohenzollern.
          O tour dentro do Castelo tem cerca de 1h de duração e se inicia numa pequena sala em que tem pintada nas paredes as árvores genealógicas das tantas famílias que utilizaram o castelo como moradia. As histórias de conquistas e derrotas são tantas que a história inteira chega a ser muito complicada. O uso de um calçado de feltro por cima do teu própria sapato é obrigatório para não afetar o chão que é basicamente esculpido em três madeiras diferentes. 
          Como quase todos os castelos, dentro dele é tão gelado (ou mais) quanto na rua, e também não se pode tirar fotos dentro das instalações. Mas posso dizer que são lindas e riquíssimas em detalhes. Os lustres, para vocês terem uma noção, precisam de 48 velas para estarem completos. Há retratos pintados à óleo dos integrantes das famílias por todos os cômodos, e a maioria das decorações são de coloração azul. 
          Atualmente, o Castelo de Hohenzollern serve como uma linda atração turística, recebendo mais de 300.000 visitantes por ano.
 
Mapa da Prússia - imagem do google.
Chegando de ônibus.



"Pantufas" obrigatórias para tour no castelo.

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