Dia 29 de fevereiro eu consegui, a grande custa, pegar as chaves do meu apartamento! Nevava tanto aquele dia que chegava a doer quando os flocos se chocavam com a minha pele. Da casa em que eu estava até o apartamento dava cerca de 10 minutos caminhando, em ruas molhadas da neve já derretida. São longos 10 minutos para um dia assim.
Carreguei uma das minhas malas até o apartamento, que por sorte fica quase em frente a porta principal, e deixei-a lá. Fui atrás de um cabo de conexão para internet, mas acabei não encontrando ali nos arredores. Somente no dia seguinte, perto da ponte principal. O Fichtenweg tem internet, mas por enquanto, pelo menos, não Wifi, a não ser que a pessoa compre um modem e o configure, então optei pelo cabo mesmo.
É um apartamento grande com um banheiro pequeno, mas aconchegante, com roupeiro e com um vista bonita para o condomínio.
No dia 1º de março ventava muito e acabou pela tarde fazendo sol. A mãe da família que me recebeu antes me ajudou a terminar a mudança, levando minha segunda mala até o condomínio. À noite, não passava das oito horas, já estava devidamente instalada e malas guardadas.
É estranho, um pouco, desfazer as malas num quarto que não tem as cores com que tu já está acostumado. É estranho bater em alguns lugares ao arrumar tudo por não ter muita noção do espaço disponível. É muito diferente organizar seus pertences na estante e não ver antigos adereços já lá há tanto que nem se lembra. Porém, é uma experiência que te marca e te faz pensar que a vida não é só um quarto, não é só uma decoração, não se resume a livros colorindo uma estante.
Mudar pode ser complicado. Dói, dá saudade, aperta até não poder em alguns momentos. Mas também é poder ver que a vida pode ser liberdade, independência em cada modalidade. É conhecer a ti mesmo e às vezes ter medo disso, mas às vezes ficar impressionado. É buscar, em alguns detalhes, a lembrança da terra que tu optou por sair, mas é tentar na maior voracidade levar as impressões de onde escolheu, por hora, residir.
No dia 1º de março ventava muito e acabou pela tarde fazendo sol. A mãe da família que me recebeu antes me ajudou a terminar a mudança, levando minha segunda mala até o condomínio. À noite, não passava das oito horas, já estava devidamente instalada e malas guardadas.
É estranho, um pouco, desfazer as malas num quarto que não tem as cores com que tu já está acostumado. É estranho bater em alguns lugares ao arrumar tudo por não ter muita noção do espaço disponível. É muito diferente organizar seus pertences na estante e não ver antigos adereços já lá há tanto que nem se lembra. Porém, é uma experiência que te marca e te faz pensar que a vida não é só um quarto, não é só uma decoração, não se resume a livros colorindo uma estante.
Mudar pode ser complicado. Dói, dá saudade, aperta até não poder em alguns momentos. Mas também é poder ver que a vida pode ser liberdade, independência em cada modalidade. É conhecer a ti mesmo e às vezes ter medo disso, mas às vezes ficar impressionado. É buscar, em alguns detalhes, a lembrança da terra que tu optou por sair, mas é tentar na maior voracidade levar as impressões de onde escolheu, por hora, residir.
A onde vc estiver estaremos sempre com vc. Tua força nossa força,teu sorriso nossa felicidade e temos certeza que nossos valores sempre estaram contigo. Te amamos por toda eternidade. Estamos adorando viajar com vc por meio destes textos e sempre à espera do próximo. Sucesso sempre.
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